Eu vejo tudo nublado
Como num conto de fadas
Eu vejo tudo dobrado
Como página de fábula
Cavaleiros da távola
Que na sua névoa alcoólica
Procuraram o cálice
Em sua névoa triste e bucólica
Não enxergaram um palmo à sua frente
E não descontaram na sua breve vista
Visão distante do cavaleiro errante
Sempre confiante e o seu moinho à vista
Eqüidistante cavaleiro errante
Desmascarado arfante e ofegante
Opera mundos em mundos distante
Sempre operante altivo e constante
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
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