sexta-feira, 27 de maio de 2016

Aviões de papel

No mundo há bilhões de histórias
Que nunca são contadas em livros
Nós nunca teremos a sorte
De lermos depois do jantar

Histórias mil - heróis anônimos -
De velhos, crianças e jovens
Um álbum de fotografías
Rostros que nunca verei

Um infinito mar de luzes
De filmes, livros e canções
Memórias de mundos reais
Destinos que não cruzarei

Pairando no céu azul
Como as gaivotas do mar
Planando frágeis no ar
Como aviões de papel

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É, eu sei. Fui eu Nada mais para dizer nem perdão, nem desculpas  vão fazer esquecer Hoje acordei tarde mas o pesadelo não acabo...